Marcos Acayaba e arquitetura sustentável

Postado em Arquitetura, Meio ambiente com as tags em Dezembro 5, 2007 por sergiomoraes

Mais uma lacuna preenchida na bibliografia arquitetônica brasileira. Acayaba, aluno de Villa Nova Artigas, aparece com um livro onde apresenta suas ideologias construtivas “ecológicas”. Bem a calhar no momento que inúmeros estudantes de arquitetura escolhem inserir princípios de sustentabilidade em seus projetos de trabalho de fim de curso.

Veja notícia da Folha de São Paulo com a referência bibliográfica

arquitetura-sustentavel.doc

Motocicletas e desrespeito à natureza.

Postado em Meio ambiente, Mountain Bike com as tags , , em Dezembro 3, 2007 por sergiomoraes

Mountain bikers e todos aqueles que gostam de estar nas trilhas buscando um contato mais intenso com a natureza, já devem ter tido o desprazer de encontrar grupos de motociclistas nas trilhas.

O barulho e a fumaça espantam a fauna, a velocidade e a força do motor transmitida no terreno através dos pneus (especialmente em terrenos molhados) causam erosão, deslizamentos e agridem a mata, a prepotência dos motoqueiros desrespeita os outros usuários das trilhas que estão a pé ou em bicicleta. Os praticantes de motociclismo em trilhas dificilmente têm consciência da agressão que causam ao meio ambiente e às pessoas.

Neste domingo, 2 de dezembro, voltei a Bombinhas de mountain bike junto com meu amigo Leite (super biker reporter!) para fazer parte da trilha das 7 praias, que corre naquele litoral até a cidade de Tijucas. Praias virgens de valor paisagístico e de biodiversidade inestimável.

F. Leite, novembro 2007 Foto: F. Leite, novembro, 2007

A trilha é percorrida por pescadores locais, turistas, mountain bikers e infelizmente, motoqueiros. Um grupo de aproximadamente 15 ou 20 motos em velocidade muito acima do que o bom senso recomenda em trilhas passou por nós indiferente aos nossos sinais de diminuir a velocidade (apenas tinhamos passados por uma família com crianças). Torcemos para que a família tenha conseguido se abrigar a tempo, como nós fizemos! O sentimento de ter sido agredido foi inevitável e o desrespeito a tudo e a todos foi patente!

Ao sair da trilha encontramos pescadores indignados com a arruaça feita pelos motoqueiros na areia da praia, onde crianças brincavam.

Diferente dos países como Estados Unidos, Austrália e outros desenvolvidos onde o motociclismo em trilhas (bem como o uso esportivo de jeeps) é praticado em áreas fechadas ou em áreas de deserto onde os praticantes podem desenvolver suas habilidades de pilotagem isolados e sem agredir pessoas ou o meio ambiente, aqui na nossa selva tupiniquim, terra de ninguém por excelência (até o momento da grilagem!) e com canais quase inexistentes para prática da cidadania, os motoqueiros se acham no direito de invadir áreas preservação de uso público poluindo a natureza e criando um ambiente perigoso para qualquer um que não esteja sobre uma motocicleta.

Na mesma trilha das 7 praias temos notícias de motoqueiros lavando a moto na bica de água natural que corre no canto da praia Triste, deixando um rastro de graxa, óleo e querozene na areia. Também jipeiros com pás alterando completamente o terreno natural apenas para passar com seu veículo, causando erosões enormes são vistos frequentemente, principalmente no verão.

Até quando podemos suportar essas agressões? Será que a sociedade não consegue se organizar para regulamentar o uso das trilhas? Sabemos que o grupo que trabalha a “Agenda 21” junto a prefeitura do município de Bombinhas tem feito um bom trabalho e tem um boa influência política ali e devem ser sensibilizados do problema. Será que não é o caso de implantarem logo uma Área de Proteção Ambiental (APA) naquele litoral ainda preservado? Será que ONGs ambientalistas e Associações de Ciclistas não podem se unir nessa causa?

Pela preservação da praia de Taquarinhas

Postado em Balneário Camboriú, Meio ambiente com as tags , em Dezembro 1, 2007 por sergiomoraes

A praia de Taquarinhas localiza-se ao sul do município de Balneário Camboriú e é provavelmente a única praia no litoral catarinense que tem seu ecossistema completamente preservado e nenhuma ocupação.

A luta pela preservação de Taquarinhas foi encampada pela ONG Ideia (Instituto de Desenvolvimento e Integração Ambiental) que luta pela preservação integral da praia, pelo seu tombamento e pela sua transformação num Parque Público Municipal.

Praia de Taquarinhas Praia de Taquarinhas

A Ideia já reuniu quase 10000 assinaturas apoiando sua solicitação, o que mostra que a comunidade está sintonizada com as questões ambientais. A assinatura pela preservação de Taquarinhas pode ser feita pela internet no site : http://www.ideiasc.org.br/

Assine e divulgue. A natureza agradece!

Audiência Pública do Plano Diretor de Balneário Camboriú

Postado em Balneário Camboriú, Planejamento Urbano com as tags em Dezembro 1, 2007 por sergiomoraes

Ontem, dia 30 de novembro, a Camara de Vereadores de Balneário Camboriú fez uma audiência pública para ouvir sugestões da comunidade antes da sua apreciação do novo zoneamento proposto pela Secretaria de Planejamento do Município.

As inúmeras reividicações de alteração dos índices construtivos solicitadas por particulares, entidades de classe, organizações não governamentais e diversas associações de moradores, evidenciam que o plano diretor foi elaborado sem participação da comunidade.

Eu, como representante do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Vale do Itajaí, procurei sensibilizar os vereadores para o enorme abismo que existe entre os objetivos e diretrizes expressos na primeira parte de elaboração do Plano Diretor (que se constituiu na lei municipal n. 2686/2006) e o zoneamento apresentado. Apontamos também a falta absoluta de estratégias e a desvinculação do zoneamento com as diretrizes anteriormente expressas, o que torna o plano inconstitucional por não atender essa vinculação conforme orientado pelo Estatuto da Cidade. Além disso, o zoneamento não atende ao conteúdo mínimo pedido pelo Estatuto da Cidade, pois não definiu áreas para o emprego do instrumento de “parcelamento ou edificação compulsório”.

Desse modo, solicitamos cautela aos vereadores para a aprovação desse plano e sugerimos uma revisão de todo o conteúdo do Plano Diretor apresentado.

Destaque para a participação da ONG Ideia (Instituto de Desenvolvimento e Integração Ambiental) que luta pela preservação integral da Praia de Taquarinhas , solicitando que seja providenciado sua inclusão no Plano Diretor como Área de Preservação Permanente e sua transformação num Parque Público Municipal.

A Ideia já reuniu quase 10000 assinaturas apoiando sua solicitação, o que mostra que a comunidade está sintonizada com as questões ambientais. A praia de Taquarinhas é provavelmente a única praia no litoral catarinense que tem seu ecossistema completamente preservado. A assinatura pela preservação de Taquarinhas pode ser feita pela internet no site : http://www.ideiasc.org.br/

A pedido do vereador Fabio Flores, o Curso de Arquitetura e Urbanismo da Univali deverá elaborar uma análise do Plano Diretor para colaborar na apreciação dos vereadores.

O fim da Ladeira do Alves Cruz

Postado em Board´s Sports, Sampa com as tags , em Novembro 27, 2007 por sergiomoraes

Ainda que um pouco tarde, acho que vale comentar o “fechamento” da ladeira em frente ao colégio Alves Cruz para os skatistas.

Os mais de 300 m de descida que faziam a cabeça da galera por anos foram abruptamente interrompidos por faixas de paralelepípidos, colocados pela prefeitura a pedido dos moradores para supostamente, terminar com os “abusos” praticados pelos skatistas (ainda que esta não seja a versão oficial).

Na minha opinião foi uma atitude autoritária que suprimiu uma área de convivência e de lazer importante da cidade. Faltou diálogo e bom senso para encontrar um meio termo que contentaria moradores e skatistas.

A prefeitura alega que recapeou a ladeira do Museu do Ipiranga para beneficiar os skatistas (ver notícia da Folha de S. Paulo anexada). ladeira-do-alves.doc

Sem dúvida, o Ipiranga recapeado ficou muito bom e até aconselho uma section por lá (evite o crowd de domingo), mas não substitui a Ladeira do Alves no astral, adrenalina e na inclinação.

Este episódio nos leva a questionar como e por quem são geridos os espaços públicos da cidade de São Paulo. Teriam os moradores o direito de intervir no uso da rua – res pública por excelência, ou de definir o padrão de pavimentação que pode excluir usos específicos e consagrados pela população em geral?

O caso da Alves Cruz é bastante peculiar, mas devemos pensar como a comunidade pode resolver problemas de uso do espaço público de modo mais democrático e menos autoritário.

Pra quem quer matar a saudades da Ladeira do Alves um curto vídeo feito pelo Vitório (NaturalWood) do André arrepiando na Alves Cruz. Enjoy!

Existe esperança para a impunidade de motoristas?

Postado em Mobilidade Urbana com as tags em Novembro 26, 2007 por sergiomoraes

Em pleno século XXI, o motorista brasileiro continua protagonizando a barbárie que coloca o país no topo de mortes por acidentes de trânsito. A impunidade parece ser a primeira causa, seguido de perto pela falta de educação crônica que impõe a lei do mais forte no tráfego.

Nosso modo de dirigir é irresponsável e criminoso. As pessoas parecem não perceber que a violência urbana também está relacionada à agressividade no trânsito.

Porém, parece existir uma luz no fim do túnel. Pela primeira vez no país (estamos em 2007!!!!) um motorista que matou ao dirigir embreagado foi indiciado por homicídio doloso.

Será que existe esperança de circularmos pelas nossas ruas sem ter medo de sermos atropelados? Um dia quem sabe…….

leia notícia motorista indiciado por homicído doloso

1975’s Skateboarding

Postado em Board´s Sports com as tags em Novembro 25, 2007 por sergiomoraes

Esta edição histórica da Skateboarder Magazine foi a primeira revista de skate que comprei, em setembro de 1975.Skateboarder Magazine fall 1975

Enquanto os californianos trocavam o hang-ten pelas piscinas, nós em Sampa nos esforçavamos para controlar a prancha sobre as rodas Torlay. Conseguir as rodas de uretano Cadillac Wheels era o sonho de qualquer skater. Uma sombra de romantismo nostálgico da adolescência aparece nessa seleção de fotos.sergio-rampa-sbc.jpg

Rampa em S. Bernardo do Campo, 1977 (foto Fabio Porpheta)

sergio skating 1975 circa

No quintal de casa na Aclimação em 1975

Para quem quer entrar no verdadeiro “zeitgeist” (espírito do tempo) do skate e não viu o filme “Os reis de Dogtown”, recomendo conseguir o DVD original que gerou o filme: Dogtown and Z-Boys – the birth of extreme de Stacy Peralta. História, atitude e nostalgia…..um delírio.

Quem quiser uma pitada de ação vintage, clique no link para ver 10 segundos da galera liderada por Stacy Peralta arrepiando nos banks em 1975.

Neste outro link uma viagem na arte de andar de skate de Jay Adams. Enjoy the ride!

Ciclovias pra quê?

Postado em Mobilidade Urbana, Sampa com as tags em Novembro 23, 2007 por sergiomoraes

Outro texto que considero sempre atual escrito em 1997 para a revista Bicisport e nunca publicado. Aguardo comentários.

 

berkeley-bike-sistem-014.jpg Em todo o mundo, cidades grandes e pequenas sufocadas pelo trânsito cada vez maior de automóveis, já perceberam que o modo mais fácil de resolver o problema é investir na implantação de sistemas cicloviários, conscientes do benefício global que o uso da bicicleta em grande escala pode trazer. Ocupando 10%. do espaço de um carro ao estacionar ou circular, a bicicleta é uma das soluções mais viáveis e baratas para melhorar a qualidade de vida de uma cidade. Amsterdã já sabe disso desde os anos 60, quando implantou uma eficiente rede de ciclo-faixas por toda cidade. Mesmo grandes cidades brasileira começam a olhar seriamente para essa alternativa de transporte, criando redes de ciclovias e ciclo-faixas como é o caso do Rio de Janeiro e de Curitiba.

Na minha opinião, todas as reivindicações são válidas, porém essa não é a direção correta. A maior ciclovia que existe já está pronta – são os milhares de quilômetros de ruas da capital. O que devemos exigir é o direito de usar essas ruas com segurança; que tenhamos o mesmo direito que os automobilistas têm, de transitar com nossos veículos pela cidade.

Nos países do 1o mundo, a tendência é a integração da bike no trânsito, e não seu isolamento. Lá os espaços urbanos são partilhados entre carros e bicicletas ou entre pedestres e bicicletas. A educação e respeito são a chave do sucesso. Ciclo-faixas demarcadas em ruas secundárias e/ou calçadas de modo a formar ciclo-rotas dentro da cidade e ciclovias nos parques e fora do perímetro urbano complementando essas ciclo-rotas tornam a cidade inteira livre para as bicicletas. Construir ciclovias isoladas do tráfego numa cidade como São Paulo é uma total utopia.

Com certeza, o custo de uma forte campanha publicitária educando pedestres, motoristas e ciclistas, aliada a uma sinalização vertical e de solo eficiente para orientar os cidadãos a dividir o espaço público e a proibição de estacionamento em algumas ruas secundárias escolhidas para as ciclo-rotas acarretaria um custo infinitamente menor que os 30 milhões de reais e teriam maior abrangência e melhor eficiência.

Assim, tento mostrar que as soluções existem e basta um pouco de vontade política, criatividade e competência técnica para dar mais qualidade de vida ao paulistano, já tão sofrido devido a décadas de má administração da cidade. Por acreditar que a principal reivindicação dos ciclistas deve ser o direito de usar a bicicleta nas ruas da cidade sendo respeitado, e acreditar na viabilidade disso sem gastos astronômicos em projetos que tendem a limitar e isolar o ciclista é que pergunto: Ciclovias prá quê?

Enquanto isso na cidade de São Paulo o polêmico “rodízio” aparece como paliativo ao caos do trânsito, projetos de eficiência discutível como o “fura-fila” vêm à tona e o metrô é executado a passo de tartaruga. Como é possível que numa cidade com mais de 4,5 milhões de bicicletas o poder público ignore seu uso como alternativa de transporte?

Como urbanista e ciclista que sou, tenho acompanhado atento já há algum tempo a política da Prefeitura de São Paulo em relação à construção de ciclovias na cidade. Desde a criação do “Projeto Ciclista” em 1993, coordenado pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, vimos ser alardeada a criação de 300 quilômetros de ciclovias em três anos…. Doce ilusão! O que temos hoje, 4 anos depois, são faixas pintadas no chão dentro de alguns parques que somadas não chegam a 15 quilômetros. Temos também algumas “ciclovias de mentira”, como a da Nova Faria Lima, que vai do nada para lugar nenhum, além de ser altamente perigosa por isolar o ciclista que precisa atravessar vias movimentadas para chegar ou sair dela. Além daquela do perímetro externo do parque do Ibirapuera, onde árvores e postes “jogam” o ciclista em cima dos pedestres ou para cima dos carros que passam em velocidade.

No congresso técnico dentro da Semana da Bicicleta de 96, Günther Bantel, coordenador do “projeto ciclista” declarou que dos R$ 30 milhões destinados à construção de ciclovias, apenas R$ 1,2 milhões foram liberados. O dinheiro talvez tenha sido empregado na compra de floreiras para separar a ciclovia dos pedestres no parque Ibirapuera !!!???

Com a ótica da atual administração municipal, que prevê um custo de R$ 130 mil por quilômetro de ciclovia e considera prioritárias obras que incentivam o uso do automóvel – como passagens de nível e garagens subterrâneas-, fica evidente que o cumprimento da lei municipal 10907/90, obrigando a criação de ciclovias em todas as avenidas da cidade, nunca acontecerá.

Bicicletas na Trilha

Postado em Mountain Bike com as tags , em Novembro 23, 2007 por sergiomoraes

Escrevi este texto em 1994, quando procurava estruturar um clube e um informativo sobre o Mountain Bike no Brasil. Acho bem interessante e vale a pena divulga-lo, ainda.

Divirtam-se Bombinhas, fev 2007

Uma bicicleta percorrendo uma trilha, atravessando rios, bosques e montanhas. Nada de poluição sonora, nada de poluição atmosférica. Contato intenso e direto com a natureza.

Com o surgimento da mountain bike nos Estados Unidos, na década de 70, o vínculo do ciclismo com a natureza estreitou-se enormemente. No Brasil, entretanto, desde a chegada no final dos 80, sua face mais explorada tem sido a de um esporte altamente competitivo e agressivo. Isso é ótimo, mas pedalar uma “bicicleta de montanha” pode ser muito mais.

Graças à sua versatilidade, ela permite ampliar os limites da exploração de um território – vai-se mais longe e com um impacto mínimo sobre o ambiente. Permite ainda um teste de nossos limites físicos e psicológicos, na superação de distâncias e obstáculos que a natureza nos coloca.

O mais importante, porém, é que não é necessário ser nenhum super-atleta para experimentar isso tudo. Com certeza, o prazer de uma pedalada é diretamente proporcional ao preparo físico, ao equipamento e à perícia técnica de cada um. Mas, escolhendo-se com cuidado o caminho a percorrer, qualquer pessoa pode desfrutar de uma aventura nas trilhas.

Vale lembrar, contudo, que apesar do prazer e de seu impacto quase insignificante, o uso da bicicleta em espaços naturais é também avaliado pelo comportamento de cada ciclista.

No Brasil, a presença de bikes nas trilhas ainda não gera conflito com outros tipos de excursionistas, como já ocorre em muitos países. Por isso mesmo torna-se importante divulgar, e respeitar, normas de comportamento para o ciclismo na natureza (sistematizados pena NORBA – National Off Road Bicycle Association, entidade máxima do ciclismo fora de estrada nos EUA):

1- Dar preferência aos outros excursionistas não motorizados;

2- Diminuir a velocidade e ser cauteloso ao se aproximar de outros excursionistas;

3- Controlar sempre a velocidade. Prever sempre a possibilidade de haver alguém depois de uma curva;

4- Transitar somente por percursos já traçados, evitando danos à vegetação e a erosão do solo;

5- Não perturbar os animais;

6- Não deixar lixo. Levar consigo os próprios restos e se possível aqueles deixados por outros;

7- Respeitar a propriedade pública e privada, inclusive as placas de sinalização. Deixar as porteiras do mesmo modo que as encontrou;

8- Ser sempre auto-suficicente. Prever suas necessidades e as condições naturais antes de sair;

9- Não viajar sozinho em áreas isoladas. Comunicar sempre a alguém o destino e o programa de viagem;

10- Respeitar as regras do mínimo impacto sobre a natureza: tirar somente fotos, deixar apenas as marcas de seus pneus no solo.

O Futuro da Bienal de Arquitetura

Postado em Arquitetura em Novembro 22, 2007 por sergiomoraes

Estive no último fim de semana na 7a Bienal de Arquitetura de São Paulo. O prédio da Bienal de Niemeyer continua fantástico. Muitas homenagens aos grandes arquitetos brasileiros, boas idéias mostrada no concurso das escolas. Porém, não entusiasmou. No dia seguinte uma notícia na Folha me esclareceu porque a 7a BIA não me animou.

leia artigo…….7a BIA